A palavra autóctone soa estranho pra você? Não se assuste, pois nos dicionários essa palavra originária do grego significa “natural do país”. Neste contexto são uvas que simbolizam determinado país ou região produtora, por isso são chamadas também de uvas nativas.

Por falar em país, tomamos como exemplo Portugal um dos menores países da Europa, mas sua tradição e história é gigante. Quando o assunto é vinho, então, poucos se comparam. O país dos grandes navegadores e poetas possui a região do Douro que é o lugar de origem de um dos vinhos mais conhecidos em todo o mundo, o vinho do Porto.

O país luso possui mais de 280 castas autóctones; talvez nenhuma outra nação produtora do mundo tenha tantas variedades.

Essa diversidade é impressionante e única no mundo, veja algumas: Aragonês, Alvarinho, Arinto, Baga, Bical, Castelão, Corvina, Encruzado, Fernão Pires, Loureiro, Touriga Nacional, Touriga Franca, Teroldego, Trincadeira  e muitas outras, são as responsáveis pelo caráter incomparável dos vinhos portugueses.

As uvas autóctones são mais discretas em termos de mercado. São cultivadas e cultuadas em algumas regiões que valorizam as uvas nativas. Em alguns casos, as uvas internacionais são até proibidas para que não ofusquem as variedades locais.

Experimente sair do convencional e deguste esses vinhos repletos de originalidade.

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